Ao simples toque no aparelho de som, a melodia toma conta do ambiente e pronto! Um momento, uma lembrança ou a pessoa amada vêm à mente e saudade bate à porta.
A música está presente no nosso cotidiano.Logo após a Segunda Guerra Mundial,nos Estados Unidos e na Europa, a música era levada aos hospitais na tentativa de amenizar a dor e o sofrimento.
Os resultados surpreenderam e logo surgiu uma nova disciplina: a musicoterapia. Assim
como o médico faz a prescrição de um remédio, o musicoterapeuta utiliza os sons de acordo com cada pessoa e sintoma.
A utilização terapêutica da música é capaz de diminuir a ansiedade, o desconforto e, até mesmo, a dor. É como se entre a dor e a música, o cérebro preferisse a música. A musicoterapia, também, pode diminuir o tempo de internação, além de um melhor entrosamento do paciente com seus familiares e com a equipe profissional.
Na Oncoclínica, os pacientes fazem musicoterapia enquanto tomam a medicação.